27/07/2010 - Então não é que toda a gente à minha volta tem um blogue!! Vou ensaiar um, apesar dos meus fracos dotes informáticos...
Aqui vai: Este blogue é dedicado ao meu passatempo: a coleção de dedais. Acho-os peças lindas!!
Através deles, vou me recordando das minhas belas viagens pelo mundo fora, das trocas e dos queridos Amigos que mos foram oferecendo.


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domingo, 10 de dezembro de 2017

DA VIAGEM DA PAULA



No fim de semana passado fui jantar uma massada de línguas de bacalhau a casa dos meus amigos Paula e JP. Fizeram um périplo pela Europa e este foi um dos dedais que me ofereceram (Bratislava na Eslováquia). 
Obrigada! É lindo!

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

PELA CAPITAL



Também fui dar uma voltinha por Lisboa. Aproveitei para visitar o novo Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia.








 
 

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

PELO ESTORIL



No verão estive no Estoril. Aproveitei para fazer praia.
Aqui ficam os meus "olhares".









 

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

SEVILHA



A minha amiga Fernanda foi a Sevilha e ofereceu-me este dedal.
Muito obrigada!

sábado, 11 de novembro de 2017

A MULHER NAZARENA



Este é o outro dedal que trouxe da Nazaré com o traje típico feminino.

Aqui fica mais um poema do Laerte (blogue Silo Lírico) dedicado ao meu dedal da Nazaré.






  
Sempre venho ao teu espaço
Ver dedais, mas Nazaré
Trouxe-me à mente o que é
Paixão pelo que eu faço.

E Nazaré tem um traço
Da minha crença de fé
Na santa, na praia, e até
Nas viúvas e o percalço

Que o mar é ao pescador,
Às esposas e ao amor
Que elas devotam ao esposo.

Já compus fado em louvor
Às viúvas e ao valor
Que dão ao luto extremoso.

 

sábado, 4 de novembro de 2017

NA NAZARÉ



Este verão fui dar uma volta à praia da Nazaré com a minha irmã e trouxe esta recordação.









 
 

domingo, 29 de outubro de 2017

AZUL



Continuação dos dedais com o design de azulejos, agora com um poema de Laerte (blogue Silo Lírico).











Lindos dedais de azulejos,
Que enfeitando, se vê
Como brilho de um buquê,
Acalmar os desejos

Antigos sem medo ou pejos
De ainda estar à mercê
Dos costumes que se crê
Ser da tradição, sobejos.

Assim eu sinto o azul
Como um terno vento sul
Que soprando arrefece.

Minha memória de então
Que creio não viver, não!...
Mas se parece uma prece.


Grande abraço. Laerte.